Joana Calmon é um jornalista brasileira que mora em Paris. Correspondente da Globo News, suas reportagens me fazem conhecer uma Paris que, muitas vezes, passa despercebida aos meus olhos de recém-chegada.
Neste vídeo, ela dá uma dica de bons restaurantes enquanto passeia de bicicleta pela Cidade Luz.
Mais vídeos da Joana Calmon em Paris, no YouTube.
Boa viagem!
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
domingo, 15 de janeiro de 2012
... eu levanto, sacudo a poeira ...
e ando devagar porque já tive pressa e levo esse sorriso porque já chorei demais...
Para levantar o astral desde ano que, para nós, começou xoxo demais, moqueca baiana.
A preparação aqui começa na véspera passando na loja Coisas do Brasil e comprando azeite de dendê, leite de coco, farinha e outras guloseimas que alegram nossas almas brasileiras.
Hoje, encaramos o frio de -1 grau (menos um grau!!! Isso mesmo) e fomos à feira comprar peixe.
Agora já podemos começar!
Selecione uma sequência de músicas baianas para entrar no clima :) Aqui rolou Chiclete com banana, Asa de Águia, Olodum, Danilo Caymmi, Ivete Sangalo, Claudia Leite... Já entendeu, né?
Ok, agora vai!
Na panelona, óleo aquecido, cebola refogando até ficar transparente.
Mistura o pimentão e o purê de tomate, deixa tudo esquentar.
Chegou a hora do leite de coco.
Para mim, esta é a hora mais nobre. É quase um ritual.
É ir jogando o leite de coco e chamando todos os santos da Bahia pra abençoar sua moqueca. De quebra invoco também o Gil e o Caetano, a Dadá (rainha das moquecas baianas), a famíla Caymmi, o Antonio Carlos Magalhães (é bom pedir licença pra entrar na Bahia, né?), Jorge Amado...
Tenha pressa não, menina... Faça com amor, visse?
Nessa hora, o cheiro da moqueca já tá te dando uma moleeeeeeza, uma leseeeeeeira....
E nasce esse molho lindo.
Para levantar o astral desde ano que, para nós, começou xoxo demais, moqueca baiana.
A preparação aqui começa na véspera passando na loja Coisas do Brasil e comprando azeite de dendê, leite de coco, farinha e outras guloseimas que alegram nossas almas brasileiras.
Hoje, encaramos o frio de -1 grau (menos um grau!!! Isso mesmo) e fomos à feira comprar peixe.
Agora já podemos começar!
Selecione uma sequência de músicas baianas para entrar no clima :) Aqui rolou Chiclete com banana, Asa de Águia, Olodum, Danilo Caymmi, Ivete Sangalo, Claudia Leite... Já entendeu, né?
Ok, agora vai!
Na panelona, óleo aquecido, cebola refogando até ficar transparente.
Mistura o pimentão e o purê de tomate, deixa tudo esquentar.
Chegou a hora do leite de coco.
Para mim, esta é a hora mais nobre. É quase um ritual.
É ir jogando o leite de coco e chamando todos os santos da Bahia pra abençoar sua moqueca. De quebra invoco também o Gil e o Caetano, a Dadá (rainha das moquecas baianas), a famíla Caymmi, o Antonio Carlos Magalhães (é bom pedir licença pra entrar na Bahia, né?), Jorge Amado...
Tenha pressa não, menina... Faça com amor, visse?
Nessa hora, o cheiro da moqueca já tá te dando uma moleeeeeeza, uma leseeeeeeira....
E nasce esse molho lindo.
Aí, é só colocar o peixe, sal e pimenta deixa cozinhar com a panela tampada. Jogo rápido. Coisa de 15 minutos.
Junte o azeite de dendê (não precisa ter medo! É só uma colher de sopa), o camarão e o coentro.
Mais uns minutinhos e a moqueca está pronta.
Pra ajudar a passar o tempo e ter certeza que está no ponto do sal e do cozimento, vai pescando uns camarõezinhos e experimentando. Acho que é coisa de 15 minutos.
Na última foto, a moqueca já pronta na mesa.
Pronto: arroz branco, farofa de dendê (1/2 cebola ralada frita em 1/4 de xícara de azeite de dendê e 1 xícara e meia de farinha). Para acompanhar, guaraná antártica (original do Brasil).
Bom apetite e Feliz Ano Novo!
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